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Vamos voltar a fazer testes: são 19 tubaínas inéditas no blog à espera de nossos especialistas

Depois de um tempinho sem novidades, vamos voltar a fazer degustações de tubaínas. No período de inatividade, conseguimos reunir 19 refrigerantes alternativos, de diversas partes do Brasil. Estão todos guardados à espera dos nossos especialistas. Na próxima semana, as novidades.

A primeira delas a gente pode adiantar: a NewAge, fábrica tradicional em Leme (Interior de SP), mandou uma caixa com algumas surpresas. Vamos desvendá-las.

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Confraria testa o Bigga de abacaxi, fabricado na Jamaica

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A Confraria das Tubaínas se reuniu no último final de semana para degustar o refrigerante alternativo Bigga, uma preciosidade trazida pelo jornalista Henrique Nunes de uma recente viagem a Curaçao.

O Bigga tem sabor de abacaxi, é amarelo e vem em uma embalagem de dois litros. Foi comprado em Curaçao, mas é fabricado na Jamaica.

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O sabor do Bigga não agradou muito aos membros da Confraria. Para alguns, lembra o gosto das antigas pastilhas de Cebyon, que, jogadas em um copo de água, se tornavam efervescentes e deixavam um sabor meio de abacaxi com xarope para tosse (será que isso ainda existe?).

A embalagem, criativa e com formato diferenciado, é atraente. O buquê, nem tanto.

SAIBA MAIS

www.bigga.com

 

 

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Confraria testa a TubaGut

tuba gut

A Confraria das Tubaínas se reuniu ontem em Campinas para degustar o TubaGut, refrigerante de tutti-fruti fabricado em Várzea Grande (MT) pela Gut Gut.

O néctar foi trazido pela companheira Renata Mendes de uma viagem à cidade de Nortelândia (MT), pequena cidade de 11 mil habitantes distante 300 km de Cuiabá, no começo de setembro.

A avaliação surpreendeu os membros da confraria. O sabor, suave, agradou a todos, sem exceção. Além disso, por ser de terras longínquas, o TubaGut se tornou um refrigerante peculiar e que chamou a atenção de todos.

A bebida se mostrou bastante resistente ao transporte aéreo, já que a garrafa degustada (pet de 2 litros) foi “importada” em um voo da companhia Gol. “O sabor se manteve o mesmo e o refrigerante se mostrou bastante preparado para o transporte por avião”, disse o membro da confraria Fabio Done, autor da foto.

Uma das coisas mais interessantes da Gut Gut é o endereço da fábrica. A rua se chama Gut Gut. Muito prestígio, afinal estamos falando de uma tubaína…

Abaixo, informações sobre a empresa extraídas do site.

“Um comerciante com uma idéia na cabeça. Um engenheiro químico com conhecimento técnico e muita vontade. Uma estrutura falida e abandonada. Há 16 anos, esses três elementos deram início à história de sucesso da Gut Gut, nome que, além de ser a onomatopéia do gole, significa ‘bom bom’, no idioma alemão.

Francisco Godinho, comerciante, atuava na fabricação de muros pré-moldados, mas pensava em entrar para o ramo de refrigerantes. Pedro Rodrigues Lopes, engenheiro químico, trabalhava com tratamento de piscinas, e buscava novos desafios.

Juntos, criaram a Gut Gut, iniciando sua atividades com o famoso Guaraná Gut Gut. No início, tudo era muito difícil. A maior parte do trabalho era feito manualmente, engarrafando somente embalagens de vidro de 600ml, 300ml e 200ml. As vendas e as entregas também eram feitas sob o comando direto dos sócios, que acompanhavam pessoalmente cada processo existente na fábrica.

Foi toda essa dedicação e cuidados que formaram a base sólida sob a qual a Gut Gut foi construída, o que permite que ela goze hoje de uma situação extremamente favorável ao crescimento para acompanhar o mercado. Como uma empresa familiar, mas com uma gestão altamente profissional, a Gut Gut cresceu e se modernizou, sempre cultivando o respeito e a amizade entre todos os seus colaboradores, que se miram na relação fraterna existente entre Pedro, Godinho e suas famílias, o que a caracteriza como uma boa empresa para se trabalhar, mantendo longas parcerias e atraindo novos talentos no mercado regional.”

Para mandar e-mail:
gut@gut.com.br

Correspondência
Rua Gut Gut. s/nº – Quadra 8/9 – Lote Cassyra Lúcia
Várzea Grande – Mato Grosso
Fone: (65) 685-2941
Fax: (65) 685-1804

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Conheça a tubaína Golé, de Uberaba (MG)

O Henry Assef, nosso embaixador em Ribeirão Preto, enviou um relato sobre uma experiência única que teve em viagem a Uberaba: a apreciação da tubaína Golé. Abaixo, o texto do Henry.

gole

Eis o Golé, um refrigerante regional de respeito.

Em 1966, o Brasil perdeu a Copa e Uberaba ganhou o Golé. Junção das palavras gol e Pelé, o nome do refrigerante nasceu quando Fransciso Bertoldi, fundador da ilustre fábrica do produto, “bebemorava” um gol do camisa 10.

Hoje, Golé é tão popular quanto o esporte bretão. Pelo menos no Triângulo Mineiro, importante região do país formada por Uberaba, Uberlândia e a beleza de Araguari.

Tive a honra de degustar uma garrafinha de Golé na cantina da Universidade de Uberaba. Mais precisamente, no Campus Centro. Foi muito bom ver a comunidade acadêmica, que sabe das coisas, prestigiando o produto. Uma boa prova de que, pessoas inteligentes, respeitam e valorizam o refrigerante regional.

Fontes fidedignas relataram que, eventualmente, outros refrigerantes são pedidos na cantina. Porém, ninguém por ali conseguiu lembrar as marcas. Fato fácilmente explicável. Golé tem buquê acentuado, sabor honesto e um aftertaste que não incomoda. (Pra agradar as crianças, eu colocaria um pouquinho mais de açúcar).

O rótulo da bebida é chamativo e com informações claras, mas deixa a história do produto, que é muito bacana, um pouco de lado. No caso das tubaínas, modernizar nem sempre é evoluir.

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Cotuba até em Nortelândia

Francisco Carlos Ximenes, que mora em Nortelândia (MT), é um apreciador de tubaínas e um digno candidato a membro da Confraria.

Para ele, a Cotuba (de São José do Rio Preto) é a marca preferida, que remete aos tempos de infância em Fernandópolis (SP).

Por telefone, ele conversou comigo hoje de manhã e disse que estava diante de três exemplares de Cotuba, sobre a mesa, enquanto falava sobre as fantásticas pescarias que quer me proporcionar quando eu visitar a região.

Ximenes é gerente da fazenda Arrossensal, da Camargo Correa, em Nortelândia.

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Tubaína Funada: buquê marcante e sabor consistente

funada

Antonio Almir Mello, representante de vendas de Indústria e Comércio de Bebidas Funada, de Presidente Prudente, fez a gentileza de entregar hoje pela manhã um carregamento de tubaína Funada para a Confraria das Tubaínas.

Chegaram garrafas pet de 2 litros, de 600 ml e 290 ml, além de garrafas de vidro de 605 ml (formato de cerveja, mas com 5 mls a mais!!!).

A Confraria se reuniu no final da tarde para degustar duas garrafas pet de 2 litros, e o resultado foi bastante positivo – conforme esperado.

Conhecida como uma das mais tradicionais tubaínas, a Funada tem 60 anos de mercado e agradou à grande maioria dos especialistas que tiveram o prazer de participar desta experiência de sensações.

O buquê marcante e o sabor consistente foram elogiados na versão normal do produto, que tem um rótulo simpático e uma quantidade de açúcar ponderada.

SAIBA MAIS

www.funada.com.br

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Confraria testa o Refridany

A colega jornalista Sheila Vieira trouxe ontem o Refridany, produzido em Conchas (SP), para degustação na Confraria das Tubaínas.

Ela encontrou a preciosidade, em embalagem pet de 2 litros, em uma loja de R$ 1,99 no Centro de Campinas.

Na degustação, a principal característica apontado pelos membros da Confraria foi o sabor pouco acentuado de guaraná, marca registrada de produtos pouco artesanais, oriundos de linhas de produção de grande escala, onde o preço é o principal objetivo.

O buquê, muito suave, e o rótulo não apresentaram personalidade e não encontramos na internet o site para divulgação.

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